06/11/2018 | admin

BID e Finnovista publicam a segunda edição do maior relatório sobre inovações de Fintech na América Latina

 

A atividade Fintech na América Latina se consolida e chega a 18 países
1166 projetos empreendedores Fintech têm sido identificados, um crescimento de 66% em comparação com 2017

Os dados recolhidos na segunda edição do relatório Fintech na América Latina 2018: crescimento e consolidação desenvolvido pelo desarrollado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Finnovista não poderiam ser mais positivos: 1166 startups Fintech têm sido identificadas na região reflectindo um crescimento de 66% desde a primeira medição realizada pelas duas instituições em 2017. A presente coleta de dados descreve a evolução e o avanço do setor em relação à medição e a análise efectuadas em 2017, juntamente com novas dimensões relevantes para o ecossistema.

O estudo destaca ao mesmo tempo que dois de cada três projetos empreendedores encontram-se já em avançadas fases de desenvolvimento, e que a atividade Fintech aumentou de 15 para 18 países no último ano. De acordo com a tendência observada em 2017, o Brasil é o país com o maior número de projetos empreendedores com 380 empresas, seguido pelo México com 273. A Colômbia ocupa o terceiro lugar com 148, seguido pela Argentina com 116 e pelo Chile com 84.

Além disso, uma em cada três empresas declara ter expandido suas operações para além das fronteiras nacionais. “Apesar de apenas 5 países responderem por 86% da atividade total de Fintech na região, têm sido identificados projetos empreendedores em cada um dos países da América Latina e uma crescente tendência para a internacionalização, o que mostra as oportunidades das startups, mas também a importância de continuar reforçando o diálogo e a harmonização a nível regional” comenta o Juan Ketterer, chefe da divisão de Conectividade, Mercados e Finanças do BID.

O principal segmento de negócio continua a ser o de pagamentos e remessas, com 24% das  startups identificadas, seguido pelo segmento de empréstimos (18%) e o de Gestão de finanças empresariais (15%). Também convém sublinhar o rápido crescimento dos segmentos de banco digital e, sobretudo, de pontuação alternativa, identidade e fraude.

O relatório salienta, ainda, o dinamismo observado nos investimentos de venture capital, que atingiram um novo recorde na região.

Existe mais interesse pela oportunidade Fintech por parte dos investidores internacionais

O crescimento e maturidade atingidos pelo ecossistema Fintech durante o último ano é notável”, comenta Andrés Fontao, Managing Partner da Finnovista. “Existe mais interesse pela oportunidade Fintech por parte dos investidores internacionais, incluindo os asiáticos, e temos os primeiros governos já introduzindo políticas e regulamentações específicas para o Fintech.”

Observa-se a importância da regulamentação no desenvolvimento do ecossistema, uma vez que apenas 9% consideram que, atualmente não há necessidade de regulamentação específica para o setor, contra 35% que a consideram necessária, embora ainda inexistente. Entretanto, a percepção sobre o estado atual do sistema regulatório não é particularmente negativa na região, uma vez que as respostas indicam que 35% das empresas pesquisadas consideram que a regulamentação é adequada, o que reflecte os avanços registrados graças  ao diálogo em certas jurisdições entre o setor de Fintech e os reguladores.

O relatório apresenta, ademais, a primeira análise regional das questões de gênero relacionadas ao Fintech em três dimensões: mulheres como fundadoras de startups de Fintech, mulheres como trabalhadoras do setor de Fintech e, finalmente, mulheres como usuárias de serviços de Fintech.

“Descobrimos que  35% das Fintechs na América Latina têm uma fundadora ou uma mulher na equipe fundadora, bem acima da média mundial, estimada em 7%”, sublinha Gabriela Andrade, especialista em mercados financeiros do BID. “Embora as startups de Fintech com mulheres na equipe fundadora operem em diversos segmentos, é interessante que uma em cada três destas empresas busquem atender segmentos mal atendidos ou excluídos do sistema financeiro”.

Os dados fornecidos ao longo das suas 140 páginas mostram os desafíos que a indústria enfrenta, ao mesmo tempo que refletem a inevitável transformação e o papel dos empreendedores na aceleração e na mudança da forma como a população até agora têm interagido com os serviços financeiros.

Nós o convidamos a baixar o relatório completo em português clicandoclicando no botão abaixo e descobrir a atualização do maior processo de coleta de dados realizado até o momento na América Latina

 

 

Sobre o BID

O Banco Interamericano de Desenvolvimento tem o objetivo de melhorar vidas. Fundado em 1959, o BID é uma das principais fontes de financiamento de longo prazo para o desenvolvimento econômico, social e institucional na América Latina e no Caribe. O BID também atua em projetos de pesquisas de ponta e oferece aconselhamento em políticas, assistência técnica e treinamento para clientes públicos e privados em toda a região.


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